sexta-feira, 5 de abril de 2013

Taça Confusão da América...


Há muito tempo a Taça Libertadores da América deixou ou tem de deixar de ser chamada assim. Confusões são cada vez mais constantes, e engana-se quem pensa que são apenas meras confusões de jogo. Muitas das vezes ultrapassa e muito o "limite das quatro linhas", como foi no caso do menino boliviano, e mais recentemente, no jogo entre Atlético-MG e Arsenal de Sarandí.

O acontecido:

Após o término da partida (quente, por sinal), os jogadores do Arsenal de Sarandí foram cercar os árbitros em busca de explicações, porém os policiais(corretamente) cercaram e isolaram os árbitros dos jogadores. Depois de algumas trocas de palavras, os jogadores argentinos partiram para cima dos policiais, agredindo-os.Após isso, aconteceu uma lamentável confusão/briga generalizada entre os policiais e jogadores do time argentino.

A multa:

Após todo esse incidente, os jogadores argentinos foram detidos e foram encaminhados para a delegacia. Lá, com a presença de uma juíza, foi determinado que o clube argentino teria de pagar duas multas. Uma indenização para o jornalista que acabou sendo atingido por uma cadeira. E outra para o Ministério Público, cerca de R$26 mil. O Atlético-MG ainda teve de emprestar certa parte da quantia, pois o clube argentino não detinha todo o dinheiro que precisava.

Declarações:

O secretário geral da Conmebol, José Luis Meiszner, criticou duramente a ação dos policiais:

- "O que a polícia do Brasil fez ontem à noite aos jogadores do Arsenal-ARG é imperdoável e incompreensível, não se pode repetir" - afirmou.

Os policiais declararam, por sua vez, que apenas se defenderam das agressões feitas pelos jogadores do time argentino.

O que tirar disso tudo?

Será mesmo que dá pra tirar algo? Após ver repetidas vezes o vídeo da confusão, deu para perceber que a declaração dos policiais está correta. Os jogadores do Arsenal de Sarandí começaram dando pontapés e empurrões no policiais que estavam ali apenas para proteger os árbitros. Talvez desse para evitar toda essa confusão, caso os policiais não revidassem as agressões. Talvez aí possa estar o erro dos policiais. Mas não há como culpar os policiais, que estavam na deles apenas fazendo o seu trabalho até serem agredidos, e livrar a culpa dos jogadores, que primeiramente não tinha nada que argumentar/discutir com o árbitro após o término da partida. Os jogadores foram,sim, os maiores culpados. Portanto, como disse, se houve um erro dos policiais, foi o revidamento.

 Mas, agora lhe pergunto: até quando veremos essas cenas ridículas? Até quando acontecerão essas confusões e os sujeitos ainda sairão impunes? Até quando, Conmebol?

Forte abraço,

Arthur Guedes.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

#O EXportista - 03

E aí está! O terceiro capítulo da parceria entre O Melhor do Esporte e Limbo em requadros :
                                                   
                                                                  O EXportista.




E aí, curtiu?

Forte abraço,

Arthur Guedes.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Flamengo e Vasco pagam o preço...


Flamengo e Vasco são hoje os dois grandes do Rio que passam por um fase pífia. Porque? Temos alguns motivos, porém o maior deles é a reestruturação financeira de ambos, e do lado rubro-negro a falta de paciência para com o seu antigo treinador, Dorival Júnior. Portanto, comecemos pelo Flamengo.

Não é de hoje que a fase financeira rubro-negra não é das melhores. Sim, muito por conta das loucuras e maluquices feitas na administração da Patrícia Amorim, porém isso não vem de hoje, nem ontem. O Flamengo sempre passou por esses problemas financeiros, e mesmo assim fazia "loucuras" trazendo jogadores de nome, que indiscutivelmente resultou em títulos. Mas sabíamos muito bem que um dia isso iria estourar. E estourou. A gestão da caríssima, Patrícia, foi a gota d'água e coube à nova diretoria que entrou (bem mais séria e centrada) consertar para anos melhores. E como isso aconteceria? Simples, fazendo cortes e virando-se com o elenco que tem, sem "estrelas". E é isso que tem acontecido. O Flamengo, hoje, assim como o Vasco, sente falta de um craque, aquele que decide nos momentos mais difíceis.

Mas é compreensível, afinal o clube está passando por um reestruturação. Porém, vá explicar isso ao torcedor... Derrotas e atuações ruins, sem dúvida, aconteceriam, e aconteceram. E quem pagou o pato por isso? Aonde a corta sempre arrebenta? Sim, no lado mais fraco. E o lado mais fraco é o treinador! Tudo bem, entendo que o Dorival não era unanimidade nessa nova gestão, até por conta do salário alto, porém ele aceitou a redução e mesmo assim foi demitido. Bom, mais um caso onde foi-se criada um "crise" pela imprensa, formadora de opiniões, que consequentemente repercutiu no torcedor, fazendo-o acreditar nessa "crise". E no que deu? Chega o Jorginho, que passa ainda por período de testes com o seu elenco, para saber qual a melhor formação, time e jogadores. Normal? Claro, mas na pré-temporada, não? O Jorginho terá de fazer seus teste no meio do campeonato, e ainda terá de ter bons resultados. É muita coisa não? Os resultados não estão chegando e já pedem a sua saída... Vai entender...

Só quero que você, torcedor flamenguista, entenda uma coisa: essa troca constante de treinador só prejudica o seu clube. A imprensa, que cria essa "crise" não é prejudicada, muito pelo contrário. Pois a cada troca, ou oportunidade de cria-se uma crise, é mais notícia para eles. Agora, a cada chegada de treinador para o seu clube representa mais partidas ruins, mais bagunça. Pense bem, tenha paciência com o cara que está tentando dar continuidade no trabalho de dirigir o seu clube. Não é fácil, muito menos aqui no Brasil!

A história cruzmaltina não foge muito dessa. O Vasco da Gama passa também por essa reestruturação financeira e administrativa. O elenco perdeu importantíssimas peças, e não chegaram reposições à altura das perdidas, por conta da tal reestruturação. O elenco, assim como o do Flamengo, é fraco, e carece de um craque.

O Vasco acertou em cheio na contratação do Paulo Autuori, treinador de respeito, estrela e vitorioso. Agora, o elenco precisa de contratações, ainda mais que o próprio disse já saber da iminente perda do zagueiro, Dedé. Mas, torcedor cruzmaltino, não se desespere, pois se ele aceitou esse cargo, se ele aceitou ser o treinador do Vasco da Gama, pode ter certeza e confiar nesse cara. Coisas boas virão!

Quanto a troca de técnico do Vasco, como disse, foi acertada. Desde a saída do Ricardo Gomes, o Vasco nunca mais teve um treinador de verdade. Com todo o respeito ao Cristóvão Borges e ao Gaúcho, mas não tinham bala na agulha para treinar o Vasco. É preciso de pulso para treinador um clube grande, e eles não tiveram. Portanto, nesse caso apoio a troca de treinador.

Agora, torcedor vascaíno e flamenguista, apoie o seu clube, ainda mais sabendo que ele passa por essa fase. Mais do que nunca ele precisa de você. O elenco não pode ser o dos melhores, e você sabe disso, mas apoie e confie no clube em que você tanto ama, porque essa fase é necessária. É preciso passar por isso, para que venha, posteriormente, anos melhores.

Forte abraço,

Arthur Guedes.

terça-feira, 26 de março de 2013

Paradão


A interdição do Engenhão é, de fato, dar-nos um atestado de burro. Explica-me como um estádio onde foram gastos quase R$500 milhões, em apenas 6 anos precisa passar por uma reforma? É ou não nos chamar de burro?

Em nota, na justificativa para a interdição estavam dizendo que já haviam informações sobre problemas no mesmo ano da inauguração, em 2007 nos jogos Pan-americanos. Agora pergunto-lhe: como um estádio onde foi gasto um dinheiro astronômico pode ser inaugurado com defeitos? Ele, de fato, nunca chegou a estar 100%. É uma tremenda falta de respeito e responsabilidade. Ah, mas estamos falando de Brasil, não é? Ingenuidade minha pedir respeito e responsabilidade para o Brasil, né?

Como eles bem disseram, o Engenhão foi interditado para a reforma na estrutura da cobertura, que teria sérios riscos de desabamento. Faço-lhes outra pergunta: Como um estádio que passa anualmente por inspeções desde a sua inauguração, nunca foi descoberto essa precariedade/falha na cobertura? Diante desses fatos dá para confiarmos nessas inspeções? A cada dia que passa, fatos como esse reforçam cada vez mais a minha seguinte ideia: é falcatrua atrás de falcatrua. Estou totalmente incrédulo de tudo!

Será que deu um peso na consciência desses engravatados (que são sempre os que enchem a burra de dinheiro com várias e várias obras milionárias, porém mal feitas, para posteriormente ganharem/roubarem ainda mais dinheiros com "reformas") para uma possível tragédia? Porque fazer o errado quando pode-se fazer o certo? Porque?? Concordo, ao menos, quanto a interdição agora, para realmente evitarmos uma tragédia como a da Arena do Grêmio, onde os alambrados não aguentaram. Mas ainda não consigo entender a falta de vergonha na cara do Brasil. Porque sempre fazendo o errado?

As perguntas são muitas, já as respostas são sempre escassas, não jovem? Até quando, hein Brasil? Até quando...

Forte abraço,

Arthur Guedes.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Volta, seleção!



Ah, como eu queria que aquela seleção que já tivemos, encantadora, vitoriosa e invejada pelas demais voltasse... Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho em plena forma, Adriano, entre outros craques que faziam daquela seleção uma verdadeira seleção. Aquela sim, fazia todos nós e o mundo parar tudo o que tivéssemos fazendo para assistir e encantar-se. Aquela sim, é a nossa seleção brasileira! Ou melhor, era...

"Ah, Arthur, mas não podemos ficar vivendo de passado.". Verdade! Mas o que dizer dessa seleção atual? Encantadora? Com craques? Consegue parar o Brasil e o mundo? Não, não e não! Essa seleção não honra e  nem consegue representar tudo o que os nossos diversos "antigos" craques conquistaram. Quando na nossa seleção víamos os jogadores tropeçando constantemente na bola? Quando víamos o adversário pintando o sete na nossa área até marcar o gol? Quando nos colocavam na roda? Sim, o mundo evoluiu, e o Brasil não!

E numa situação como esta, a principal coisa que discutem é descobrir/apontar o culpado. Felipão, Neymar em baixa, falta de craques e muitas outras desculpas. Sempre fizemos isso, não é? Copa de 2006 o "culpado" da vez foi o Roberto Carlos, ao invés do preciosismo que rolava lá. Em 2010 os culpados foram o Felipe Melo e Júlio Cesar. É muito fácil colocar a culpa em alguém como se fosse dar a solução. Esta mesmo nunca discutem. E, sinceramente, é por isso que estamos em decadência. A culpa é sempre individualizada, afinal alguém tem que pagar pelo fracasso, não é?

Bom, você viu o jogo de hoje? Gostou? Eu não! A seleção era a favorita e por isso deteve a "iniciativa" da partida, porém não conseguiu transpor esse favoritismo para o campo. A seleção russa vinha bem, e como bem sabíamos, na mão do Capello, tornou-se uma seleção chata de ser batida (chata não quer dizer imbatível, por favor!). Era mais um bom teste para o time de Luis Felipe Scolari. E, de fato, foi para medirmos o nosso ataque.

A nossa seleção sofreu bastante para ultrapassar a marcação (ou seria um paredão) russa. Jogávamos com dois meias de criação ( Kaká e Oscar), dupla tão pedida por todos. Estes não foram mal, conseguindo fazer boas ligações com o pessoal do lado de campo, pois o Fred, foi tocar na bola com perigo mesmo nos 45 do segundo tempo.

Neymar, diferentemente do jogo contra a Itália, participou bem da partida, ora caindo pelas pontas, ora buscando jogo pelo meio, auxiliando os armadores. Hernanes jogou bem melhor também, em relação ao primeiro jogo, chegando mais à frente, afinal a Rússia ficava bem fechada para buscar seus contra-ataques, permitindo a sua subida.

Somente na segunda etapa que o jogo começou, mesmo que de leve, a ficar menos chato. O Brasil tomava ainda mais conta do jogo, pois quando a Rússia conseguia a bola, acabava rifando e devolvia a posse de bola para o Brasil. Porém, do lado brasileiro o mesmo problema ainda perdurava: falta de criatividade. O Brasil rodava, tocava e rodava novamente, porém não conseguia um espaço para chutar. Quando conseguia, tentava os passes e desperdiçava a chance.

E entre tentativas fracassadas de infiltração brasileira, a Rússia emplacou um bom contra-ataque, colocou o Brasil na roda dentro da própria defesa, até Fayzulin marcar. Ali começara o desespero brasileiro, pois na tranquilidade não conseguira passar pela forte marcação, que dirá correndo contra o tempo...

Substituições rolaram, e foi aí que o Felipão errou. O Brasil chegou a ficar sem os dois armadores, que saíram para as entradas de Hulk (Oscar) e Diego Costa (Kaká). Agora, me explica como passaríamos pela fortíssima marcação sem a criatividade dos meias? Logo, respondo-lhe: com uma lateral! Mais especificamente, Marcelo! O lateral esquerdo foi o destaque com boas subidas, bons desarmes e chegara ainda para finalizar. Numa dessas subidas, em uma tabela feita entre ele e o Hulk, Marcelo cruzou e Fred sem goleiro marcou para tirar o peso das costas de Felipão, mesmo que por um tempo. Brasil 1 x 1 Rússia. E assim o placar ficou.

Foram dois bons testes de Felipão, mesmo tendo ocorrido dois empates. O trabalho é difícil e ele sabia disso quando o aceitou. Temos que dar força a essa seleção, pois será por ela ( com algumas mudanças) que torceremos.

Forte abraço,

Arthur Guedes.

domingo, 24 de março de 2013

Botafogo vence o Madureira, mas não o árbitro...



"Ah, Arthur, não me diga que a arbitragem decidiu mais uma partida..." Não, meu caro. Mas fez umas boas lambanças no quentíssimo jogo em Moça Bonita (que poderia ser tranquilo, senão fora o árbitro).

O Botafogo desde o início da partida dominou, com alguns raros contra-ataques do Madureira que tropeçava na própria falta de qualidade. O alvinegro detinha a maior posse de bola e criava bastante,porém não conseguia boas infiltrações. Esse era o maior problema do Botafogo. E por isso, o jogo tornou-se um pouco chato até os 30 minutos, pois após disso começou a ficar bom...

Aos 30 minutos começou a primeira "confusão" da arbitragem. Seedorf, impedido, acionou Rafael Marques, que dentro da área foi atingido por Fernando: pênalti marcado. Após Seedorf ajeitar e preparar para cobrar, e quase 2 minutos depois, ele voltou atrás e anulou tudo. O árbitro alegou que Seedorf estaria impedido no início da jogada ( que de fato estava). A minha ressalva vai para o bandeira, que no momento que ocorreu o impedimento ele não marcou. O que reforça a minha ideia que a informação do impedimento de Seedorf chegou de um terceiro. Errado? Não. A decisão certa foi tomada mesmo após todo o constrangimento. Mas, fica tranquilo que essa "confusão" não foi a única...

O jogo seguiu, e logo em seguida o Madureira quase marcou com Derley. Este após um bom lançamento e escorregão de Bolívar, fintou o Jefferson, caiu e pediu pênalti. A arbitragem, em contrapartida, marcou falta dele sobre o Bolívar.

Perto do fim, Seedorf cobrou ótima falta lateral e Dória deu uma casquinha na bola e fez. Botafogo 1 x 0 Madureira, e fim do primeiro tempo.

Na volta do intervalo e começo do segundo tempo, parecia estar tudo certo para o Botafogo ser o único grande a vencer na rodada. Parecia... Jean ( ex-Flamengo, Vasco e Fluminense) após bom lançamento e errada linha de impedimento da zaga alvinegra, driblou o Jefferson e empatou o jogo.Mas a alegria do Madureira com o gol duraria pouco. Após bom lance de Lucas e passe para Rafael Marques, o Márcio defendeu, mas a bola sobrou para Seedorf, que bateu no cantinho e virou o jogo para o alvinegro.

O Botafogo a partir daí, manteve bem na vantagem e foi o único grande a vencer na rodada. Segue líder em seu grupo com 6 pontos. No fim Seedorf foi expulso. Porque? Entenda...

O acontecido:

Seedorf iria ser substituído e estava perto da linha lateral quando o juiz em questão pediu/mandou que o holandês saísse pela linha lateral mais próxima. Seedorf argumentou que sairia por onde deve-se sair, em frente aos bancos de reservas. Philip(árbitro) continuava a pedir/mandar veementemente para sair por alí.Seedorf continuou a argumentar e tomou o cartão amarelo.Após o cartão Seedorf gesticulou para ele acrescentar o tempo nos acréscimos e saiu rapidamente por onde disse que sairia. Os jogadores do Madureira colocaram uma pressão nele, e o árbitro mostrou o cartão vermelho para Seedorf.

O/Os erros:

Primeiramente: O Seedorf pediu e argumentou para sair rapidamente pelo local correto por onde deve-se sair. No entanto o árbitro pediu para que ele saísse por um lado mais perto (onde poderia ter rolado o bom senso de Seedorf.),que posteriormente rolaria sim. Seedorf argumentou que sairia rapidamente( e não andando para gastar o tempo) como, de fato, saiu e o árbitro erroneamente mostrou os cartões amarelo e vermelho.

Houve também um erro de informações, que através do acerto delas, a expulsão deverá ser repensada. Seedorf iria ser substituído sim, porém Cidinho lesionou-se no lance anterior e a substituição foi alterada. Nem Seedorf, e muitos menos o árbitro perceberam isso, e deu no que deu.

Solução:

A expulsão TEM de ser revista e voltada atrás. Seedorf, como bem sabemos, não era o cara a ser substituído, portanto tudo o que aconteceu foi por conta da sua suposta substituição. Logo, se ele não foi substituído, não era para ter saído, e não era para ter tomado os cartões. Assim como aconteceu no pênalti, tem de ser revista e cancelada essa expulsão.

Fim de carreira? Profissionalização é a solução!

O pessoal tem pedido veementemente o fim da carreira desse árbitro. Porém não concordo. O árbitro, mesmo após todo o constrangimento, acertou em voltar atrás no pênalti. Quem errou foi o bandeira, que não marcou o impedimento de Seedorf no momento que ocorreu. Quanto a expulsão, como disse, houve acima de tudo um erro de informações, que não deveria acontecer, mas aconteceu! O árbitro errou no preciosismo em pedir/mandar o Seedorf sair pelo lado mais próximos de ambos, e não pelo lado correto. E errou posteriormente em expulsá-lo, em uma suposta atitude de contrariá-lo.

Mesmo após esse erro, a melhor solução não é decretar um fim a carreira do árbitro. A melhor solução é PROFISSIONALIZAR os árbitros! E isso todos nós já vínhamos pedindo.O maior problema é a falta de profissionalização dos árbitros. Amanhã, este mesmo árbitro trabalhará em sua outra profissão, ou melhor, trabalhará em sua única profissão, pois esta de árbitro, como a FERJ insisti em deixar, parece ser apenas um hobby .

Forte abraço,

Arthur Guedes.

Descomprometimento!



Tricolores e flamenguistas, vocês sabem o porquê do empate de seus clubes? Seria elenco fraco? Não! Falta de sorte? Talvez ( mas não é o principal motivo). Eu diria que é falta de comprometimento com o "falido" Carioca. Vejo cada vez mais nos jogadores dos clubes grandes do Rio que dão pouco valor para os jogos contra os pequenos. Muitas vezes vence? Claro, mas já percebeu que eles apertam para fazer o placar e depois começam a fazer corpo mole e deixar o tempo passar? Isso é descomprometimento!

Algumas vezes, como por exemplo nesses dois empates, os clubes apertam, mas acabam não conseguindo vencer e,tropeçam. A verdade é uma só: eles jogam sem fazer força pensando que a vitória virá na certa, seja no primeiro ou no segundo tempo. Eles estão é pouco se importando. E isso reflete nas arquibancadas!

Se o time utilizasse de toda a sua superioridade para com pequeno, como aquele Santos de Neymar, André e Robinho que aplicavam 9, 10 gols, sem dúvida, veríamos uma arquibancada MUITO mais cheia.Torcedor gosta de ver gols, gosta de ver seu time jogando e encantando, e não pagar para ver 50% da capacidade de seu time. Mas os atletas dos grandes do Rio querem fazer apenas o suficiente, que muitas vezes não é o suficiente.

Me explique o porquê de vermos clássicos tão frios nas fases de grupos, e nas finais vermos um clássico totalmente diferente? Têm outro valor porque? Por conta da vaga? E a história de que clássico é clássico e vice-versa? Morreu? Estamos perdendo a essência, galera, e não é a primeira vez que digo isso. Isso precisa mudar! Mas para que isso mude, outras coisas precisam mudar: calendário e a forma da competição. Mas, pedir para que eles joguem tudo o que sabem (100%), e que a Federação faça essas mudanças seria pedir demais, não?

Forte abraço,

Arthur Guedes.